Ética é tema de conversas com sindicatos de Comunicação do Pará

Acontece nesta sexta-feira, 31, um momento que ninguém de Comunicação Social do Pará pode perder: a conversa com o SINJOR-PA (Sindicatos dos Jornalistas do Pará) e a conversa com os sindicatos de Publicidade e Propaganda do Pará (SINAPRO e SIPEP). Os eventos serão no Auditório do bloco K (pavilhão de aulas do Campus Básico) da Universidade Federal do Pará (UFPA) e terão como temática a ética na profissão. A programação começa às 8h30 com a conversa com o SINAPRO (Sindicato das Agências de Propaganda) e o SIPEP (. Logo depois, às 11h, teremos a conversa com o SINJOR.

Aguardamos todas e todos lá!

O que é e pra que serve um sindicato?

Sindicato é a associação sindical de primeiro grau de trabalhadores pertencentes a uma mesma categoria profissional, com intuito de resguardar seus interesses econômicos e laborais, bem como a representatividade e a defesa desta categoria de trabalhadores.

A Constituição Federal assegura a organização sindical e, de acordo com as Leis do Trabalho, é livre a associação no Brasil para fins defesa e coordenação dos interesses econômicos ou profissionais de todos os que exerçam a mesma atividade ou profissão.

No entanto, para formar um sindicato é preciso satisfazer algumas condições fixadas por lei como, por exemplo, reunir um terço dos membros de uma mesma categoria para a associação de trabalhadores, tendo os cargos de administração ocupados por brasileiros natos ou naturalizados.

Além das funções principais de defesa dos interesses econômicos e profissionais da respectiva categoria profissional, os sindicatos possuem as seguintes atribuições:

  • Representar perante as autoridades administrativas e judiciárias os interesses individuais de seus associados;
  • Celebrar contratos e participar de negociações coletivas de trabalho;
  • Eleger ou designar os representantes das respectivas categorias;
  • Contribuir para a melhoria contínua dos processos industriais;
  • Colaborar com o Estado, como órgão técnico e consultivo, no estudo e solução dos problemas que se relacionem com sua categoria econômica;
  • Colaborar com os poderes públicos no desenvolvimento da solidariedade social;
  • Manter serviços de assistência para os associados;
  • Promover a conciliação nos dissídios de trabalho.

Fonte: Site do SIPEP

SINJOR-PA – O Sindicato dos Jornalistas no Estado do Pará (SINJOR-PA), fundado em 17 de novembro de 1950, com jurisdição em todo Estado do Pará, é uma entidade autônoma, desvinculada do Estado e sem fins lucrativos, que visa à defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria dos trabalhadores, profissionais jornalistas, inclusive em questões judiciais ou administrativas junto aos órgãos administrativos, judiciais, e demais entes de direito público e privado. Conforme o Estatuto da entidade, compreende-se como profissional jornalista, os profissionais empregados, servidores públicos ou não, que exercendo as atividades inerentes à profissão, na forma da Lei e suas alterações, laboram ou prestam seus serviços para empresas privadas, ou serviço público, assim como para demais entes de direito público ou privado que faça uso da atividade profissional, independentemente de sua atividade preponderante.

SINAPRO-PA – O Sindicato das Agências de Propaganda do Estado do Pará, com sede e foro em Belém, Estado do Pará, é constituído com prazo de duração indeterminado, para fins de estudo, coordenação, proteção e representação legal de categoria econômica das agências de propaganda na base territorial do Estado do Pará, conforme estabelece a legislação em vigor sobre a matéria e com intuito de colaboração com os poderes públicos e as demais associações, no sentido de promover a solidariedade da classe e a subordinação aos interesses nacionais.

SIPEP – O Sindicato dos Publicitários do Pará tem e foro também em Belém, Estado do Pará, e atua com a categoria profissional de publicidade em seus diversos campos de atuação.

Estudantes da FACOM compartilham arte e literatura no próximo sábado

A manhã deste sábado, 25, será um momento de aprendizado e compartilhamento na Faculdade de Comunicação – FACOM. Em comemoração ao Dia Nacional do Livro (29 de outubro), o Centro Acadêmico de Comunicação Social – CACO – realiza uma troca de livros dos alunos e, além disso, junto ao projeto FACOM 4.0., promove uma Oficina de Stencil.

A oficina vai ser ministrada por Jeyson Martins, que vai compartilhar sua experiência com essa prática de utilizar uma fôrma vazada de alguma maneira (no caso da oficina, papel), que possibilita a impressão de ideias em quase todas as superfícies. Essa atividade é o primeiro passo do projeto “Faça sua FACOM”, uma das propostas da gestão SIM (Sonho, Inquietação e Memória) do CACO a partir da qual os próprios alunos da faculdade decorarão os corredores do prédio e dos pavilhões, deixando a FACOM com a cara de quem a vive.

A dinâmica será a seguinte: ao chegar na manhã do sábado, o aluno deve deixar os livros que deseja trocar na feira dos livros, à responsabilidade dos gestores do CACO, que estarão na entrada do ILC (Instituto de Letras e Comunicação da UFPA). Daí ele segue para a sala 1 da FACOM, onde ocorrerá a oficina de Stencil. Saindo de lá, às 13h, encontrará novamente na entrada do Instituto a feira da Troca de Livros, podendo escolher com que livro(s) voltará para casa.

A Troca de Livros vai funcionar da forma de substituição, ou seja, cada pessoa terá o direito de levar a mesma quantidade de livros que deixou. Por exemplo: se levou três livros, poderá pegar outros três; se levou cinco livros, poderá pegar outros cinco. Todas as pessoas podem participar, sejam da FACOM ou não, e cada um pode levar quantos livros quiser, do gênero que quiser.

Essa manhã toda de arte e literatura promove a leitura, o desenvolvimento de habilidades artísticas, a cultura do compartilhamento e o incentivo à construção em conjunto da faculdade em que estudamos.

Esperamos todas e todos lá!

Troca de Livros

Data: 25 de outubro de 2014

Local: Entrada do Instituto de Letras e Comunicação (ILC)

Programação: Entrega dos livros para trocar de 9h às 13h e Troca dos livros às 13h

Oficina de Stencil

Data: 25 de outubro de 2014

Local: Sala 1 da Faculdade de Comunicação/ILC, das 9h às 13h

Inscrições encerradas

Publicidade voltada para crianças é palco de discussões

O Centro Acadêmico de Comunicação Social – CACO – realiza na próxima quarta-feira, 22, às 19h, no Auditório do ILC, uma Mesa de debate sobre publicidade e propaganda voltada para o público infantil, que tem o intuito de discutir os pontos positivos e negativos da exposição de publicidade na televisão voltada para as crianças, tomando como base de discussão o projeto de lei (PL) 5921/2001, que proíbe a publicidade e a propaganda para a venda de produtos infantis. O PL está em trâmite na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) e divide opiniões.

O evento contará com:

- Élida Galvão, que fará a mediação da mesa e levantará o debate teórico sobre o assunto. É co-autora do trabalho “Consumo e Infância: a relação da publicidade televisiva com criança em Belém”, juntamente com Danuta Leão. Élida é especialista na área de Jornalismo, Cidadania e Políticas Públicas, pela Universidade da Amazônia (Unama); graduada em Comunicação Social, Jornalismo (2010) e Publicidade e Propaganda (2006), pela Unama; concluinte do curso de Ciências Sociais, com ênfase em Sociologia, pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Atua na Assessoria de Comunicação do Instituto Universidade Popular (Unipop) e também da Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional (FASE) / Fundo Dema.

- Jamille Saráty Malveira, que explicará o que é o projeto de lei e o que ele representa na prática. É advogada especialista em Direito de Família; mestra em Direito Civil pela FDCU – Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra; pós-graduada em proteção de menores pelo Centro de Direito de Família da Universidade de Coimbra; membro da Comissão de Direitos da Criança e do Adolescente da OAB/PA e do Instituto Brasileiro de Direito de Família-IBDFAM.

- Yanna Oliveira, que contará como é trabalhar com publicidade voltada para crianças (como, por exemplo, em propagandas de brinquedos) e apresentar sua opinião sobre esse projeto lei, na visão de quem está nesse mercado. Yanna é redatora master da agência de publicidade Gamma Comunicação; formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Pará, MBA em Marketing pela Fundação Getulio Vargas / FGV. Premiada por Top de Marketing Natal Yamada em 2005, Tudo tem na Yamada em 2008, Licitação da Vale – como redatora da campanha vencedora pela Gamma Comunicação em 2010.

Traga suas ideias e a gente se vê lá!

Segunda chamada para carteirinhas 2014

Percebemos que muitas pessoas estão sem sua carteirinha do CACO. Para os interessados, a gestão SIM abre a partir da segunda-feira, 20, inscrições para segunda chamada de carteirinhas 2014.

Os modelos são os mesmos da primeira chamada, estes aqui:

Carteirinhas CACO 2014

Para solicitar a sua é só trazer uma copia do seu RG, do seu comprovante de matrícula e de uma foto 3×4. O preço de custo é 5 dinheiros.

A entrega dos documentos e do pagamento vai até a próxima sexta-feira, 24/10, e devem ser feitas com Kristopher Samuel (83225062).

CACO prepara mês agitado para estudantes da FACOM

Começando os eventos de Outubro com o Cinema nas Teorias, o Centro Acadêmico de Comunicação Social – CACO – da Universidade Federal do Pará (UFPA) continua com uma programação recheada para as próximas semanas, envolvendo o acadêmico, a política, o mercado, a literatura e sua própria constituição interna. Saiba mais:
  • No sábado, 18/10, às 9h, no Auditório do Instituto de Letras e Comunicação (ILC) acontece o Painel de movimentos estudantis, que contará com cerca de seis entidades políticas formadas por estudantes tanto de graduação quanto de pós-graduação, que não são estritamente centros acadêmicos e diretórios centrais estudantis, mas formados por diversos cursos de diversas instituições.
  • Logo após, na quarta-feira, 22/10, às 19h, também no Auditório do ILC, ocorre a Mesa de debate sobre publicidade voltada para as crianças, que será formada por Élida Galvão, pesquisadora da área, Jamille Saraty Malveira,  advogada especialista em direitos da criança, e por Yanna Oliveira, redatora master da agência de publicidade Gamma Comunicação.
  • No sábado seguinte, 25/10, às 9h, no ILC, realizaremos uma troca de livros em comemoração ao Dia Nacional do Livro (29 de outubro). Nesse dia, os estudantes trarão quantos livros quiserem para trocar com os dos outros, evento para incentivar a leitura, a cultura do compartilhamento e, quem sabe, começar o clube do livro do CACO.
  • Fechando o mês, no dia 31/10, sexta-feira, a manhã será voltada para conversa com os sindicatos de Jornalismo, de Publicidade e de Propaganda, no Auditório do Bloco K, a fim de esclarecer dúvidas, promover o contato dos alunos com o profissional e aproximar o sindicato da faculdade.
  • No próximo dia, 1/11, serão realizados dois minicursos simultâneos: um de Teoria do Jornalismo e outro de Teoria da Publicidade, ambos no pavilhão F, às 8h, com o intuito de dar uma base teórica mais específica à habilitação do estudante da FACOM.
  • Em sequência, na terça-feira, 4/11, pela manhã no Auditório do ILC, os discentes se reunirão em Assembleia para reformar o estatuto do CACO, decisão tomada na última Assembleia Geral do C.A.
E aí, já anotou na sua agenda?
Para saber mais detalhes, continue acessando e acompanhando:
Dúvidas? Mande um e-mail para cacoufpa.ufpa@gmail.com ou uma mensagem inbox para nosso perfil do Facebook.

Manhã política na Faculdade de Comunicação

O Centro Acadêmico de Comunicação Social da UFPA – CACO – promove no próximo sábado, 18, um Painel de Movimentos Estudantis. O evento vai ser no Auditório do Instituto de Letras e Comunicação, a partir das 9h, e contará com a presença de cerca de seis entidades políticas formadas por estudantes tanto de graduação quanto de pós-graduação, que não são estritamente centros acadêmicos e diretórios centrais estudantis, mas formados por diversos cursos de diversas instituições.

Esse momento de debate que o CACO proporciona é de extrema importância para a formação política das alunas e dos alunos por entrarem em contato com esses movimentos que têm fundamental relação com a promoção de mudanças e melhorias nos setores educacionais de todo o país.

Cada entidade terá a oportunidade de se apresentar, contar seus objetivos e dizer ao público como se faz para se integrar no movimento. Logo após, será aberto para debate, com direito a perguntas e comentários de quem quiser. O evento é aberto a todas e todos da sociedade civil e acadêmica e contará com certificado de participação.

  • Entenda a história e a importância dos movimentos sociais estudantis brasileiros

Os movimentos estudantis no Brasil têm uma longa história de lutas que passa pela libertação dos escravos e pela proclamação da República. Mas foi a partir da criação da UNE – UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES -, no dia 13 de agosto de 1937, que os estudantes universitários se organizam para lutar pela construção da democracia e justiça social no Brasil.

O movimento estudantil brasileiro nasceu em 1710 quando soldados franceses invadiram o território brasileiro, na época pertencente à Portugal. Eles, entretanto, foram expulsos por milhares de estudantes de conventos e escolas religiosas que os enfrentaram.

De forma organizada, o movimento só nasceu em 1901 com a fundação da Federação dos Estudantes Brasileiros que teve pouco tempo de duração. Até 1910, o ME brasileiro não teve nenhum papel significativo na sociedade brasileira. Nesse ano, o I Congresso Nacional de Estudantes em São Paulo é realizado, culminando com a deliberação para criação de uma União Nacional de Estudantes.

Com a Revolução de 1930 no Brasil, os estudantes se organizam em entidades como a Juventude Comunista, Juventude Integralista, Federação Vermelha dos Estudantes e a União Democrática Estudantil.

Essas organizações aceleram e aumentam o desejo pela criação de uma única entidade que representasse os estudantes e a luta por uma sociedade mais justa. Contudo, é somente em 1937 que, no Rio de Janeiro, a representação máxima dos estudantes é criada. O nome escolhido foi União Nacional dos Estudantes (UNE), sob a direção de Ana Amélia Queirós Carneiro de Mendonça. A UNE então começa a se organizar em congressos anuais sempre buscando atuar junto à sociedade. Durante a II Guerra Mundial, os estudantes se organizam e lutam contra os países do Eixo e pressionam o então presidente Getúlio Vargas a tomar uma posição firme durante a guerra. O Clube Germânia, principal reduto dos militantes nazi-fascistas, é ocupado pelos estudantes em 1942, resultando na concessão do prédio para que fosse a sede da UNE. No mesmo ano, a entidade é reconhecida pelo decreto de lei no 4080 como entidade representativa dos universitários brasileiros.

Nas décadas seguintes, os estudantes foram protagonistas de marcantes lutas. Na década de 50, por exemplo, a UNE encabeçou uma campanha nacional pelo monopólio estatal da extração do petróleo em solo brasileiro, a campanha ficou conhecida como “O Petróleo É Nosso”. Nos anos antecedentes à ditadura militar brasileira, a entidade intensifica a luta pelas reformas sociais no país, desagradando as camadas mais conservadoras da sociedade, como os militares que se sentiam incomodados com as ações dos estudantes.

Prova disso é a invasão e incêndio à sede da UNE logo após à tomada de poder pelos militares:

“No dia 1 de Abril de 1964, o golpe militar mostrou, instantaneamente, a sua disposição com os estudantes. Destituído o governo legal, a UNE foi invadida, saqueada e queimada num paroxismo de ódio que escapa ao terreno puramente político para cair na esfera psiquiátrica”

A entidade passa então a agir ilegalmente devido à Lei Suplicy de Lacerda. Isso, entretanto, não para os estudantes que continuam se reunindo e organizando ações contra à ditadura militar. Em 1966, em Belo Horizonte, por exemplo, ocorre a passeata dos calouros da UFMG. Na época, a polícia foi acionada e a movimentação violentamente reprimida. Isso resulta na passeata do silêncio e na greve geral dos estudantes, que também acaba em repressão por parte do regime. Essas passeatas acabam tendo um efeito na sociedade como relata Poerner .

“As passeatas irritaram o governo e reanimaram a oposição, à medida que ampliavam o movimento estudantil, mobilizando-o, também para invasão dos restaurantes universitários, arbitrariamente fechados, e para as greves contra o pagamento de anuidades. Aos cartazes estudantis de Abaixo a ditadura, Viva a soberania nacional, Povo sim, ditadura não, Abaixo o imperialismo, O voto é do povo e Se são fortes, abram as urnas, bem como o Hino Nacional – entoado em todas as passeatas -, o povo reagia, invariavelmente, com aplausos e chuvas de papel picado do alto dos edifícios” .

A repressão ao movimento estudantil continuou com mais frequência e mais violência. Estudantes foram mortos, torturados e feridos em vários confrontos com os militares. Em um destes, o jovem estudante secundarista, Edson Luís, foi morto a tiros pela polícia. O ato causou revolta e mais protestos contra a ditadura eclodiu pelo país. Esse fato também marcou a mudança na postura do ME brasileiro que passou a se utilizar de violência para enfrentar a violência dos militares.

Após a instauração do Ato Institucional no 5 (AI-5), ficou cada vez mais impossível a atuação estudantil brasileira. A prisão, tortura e morte dos que representavam uma ameça à segurança nacional, de acordo com os parâmetros da ditadura, tornou-se uma atividade corriqueira. Em consequência, estudantes começaram a aderir à luta armada como forma de lutar pela volta de democracia. Contudo, a repressão não foi contida, culminando no silenciamento do movimento estudantil, restando a este organizar algumas atividades nas instituições de ensino.

É a partir de 1974 que o ME começa sua reconstrução. O primeiro DCE Livre é criado em São Paulo, significando que “este não estava subordinado à universidade como as entidades consideradas “legais”. Com a liberação da organização estudantil pela legislação, em 1985 a Une participa da campanha Diretas Já e começa a auxiliar a criação de Centros e diretórios acadêmicos e grêmios estudantis nas instituições de ensino.

Após o fim do Regime Militar, a maior movimentação estudantil aconteceu em 1991 com o pedido de impeachment do presidente Collor. Os estudantes pintavam seus rostos para ir às ruas, o que lhes deu o nome de caras-pintadas.

Atualmente, a atuação estudantil encontra-se fragmentada sem tanto poder de mobilização como antes vista. De acordo com Mesquita, “O movimento estudantil passa por uma crise de representatividades e organicidade que se manifesta na sua intervenção fragmentada e na pouca expressividade entre os estudantes” . Ainda de acordo com Mesquita, a apatia crescente dos estudantes se dá pela falta de novos espaços de participação para os estudantes, resultando em poucos estudantes interessados. Além disso, a estrutura organizacional das entidades estudantis continuam com seus modelos hierarquizados, não contemplando a nova realidade do jovem brasileiro, que demanda novas formas de organização na esfera política.

No dia 24 de Março de 2003, estudantes organizados pelo MEPR atacaram o Consulado dos Estados Unidos no Rio de Janeiro. Foi a primeira demonstração de violência revolucionária da juventude brasileira desde as manifestações da época do regime militar.

Fonte: Wikipédia

Referências:

  1.  http://www.mundojovem.com.br/gremio-estudantil/o-movimento-estudantil-na-historia-do-brasil  Acesso em: 18/05/2014
  2. ↑ Ir para:a b http://dce.unifesp.br/historiame  Acesso: 18/05/2014
  3. Ir para cima↑ http://www.une.org.br/2011/09/historia-da-une/  Acesso: 18/05/2014
  4. Ir para cima↑ Poerner,1986:29 apud Santana,2007:48 Tese: Atuação Política do Movimento Estudantil no Brasil: 1964 a 1984. USP. 2007, São Paulo.
  5. Ir para cima↑ 1986 apud Santana, 2007:75. Tese: Atuação Política do Movimento Estudantil no Brasil: 1964 a 1984. USP. 2007. São Paulo
  6. Ir para cima↑ Poerner, 1995:247 apud Santana, 2007:75. Tese: Atuação Política do Movimento Estudantil no Brasil: 1964 a 1984. USP. 2007. São Paulo
  7. Ir para cima↑ Santana, 2007:187 Tese: Atuação Política do Movimento Estudantil no Brasil: 1964 a 1984. USP. 2007. São Paulo
  8. ↑ Ir para:a b 2003:121 Movimento estudantil brasileiro:  Práticas militantes na ótica dos Novos Movimentos Sociais, Magazine: Revista Crítica de Ciências Sociais, ed-66, October 2003: 117-149.

UFPA com forte representação na tríplice fonteira

De 2 a 5 de setembro de 2014, a Universidade Federal do Pará (UFPA) mostrou sua força no XXXVII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, o Intercom Nacional, realizado em Foz do Iguaçu, Paraná. A UFPA teve 79 representantes, sendo, assim, a primeira instituição do Norte do país a vir em segundo lugar no número de participantes do Congresso desde a primeira edição, ficando atrás apenas da Universidade de São Paulo (USP – já tendo a tradição de ficar em primeiro lugar).

Foram 55 trabalhos da UFPA inscritos no evento, dentre eles: 9 de EXPOCOM, 32 de Intercom Jr. e 14 de Grupos de Pesquisa (GP). Além disso, a instituição foi representada também pelas professoras

Netília Seixas, que participou do Colóquio 150 anos da Guerra do Paraguai/Grande Guerra;

Maria Ataíde Malcher que participou das mesas “Relato dos Diretores Regionais a partir dos dados apresentados nos congressos regionais”, “Jovens brasileiros e consumo midiático em tempo de convergência: resultados preliminares”, Mesa “Tv digital interativa na América Latina: a experiência do projeto de cooperação internacional GLOBAL ITV”, e coordenou o GP Comunicação, Cultura e Tecnologias Digitais na América Latina;

Luciana Miranda Costa, que coordenou o GP Comunicação, Ciência, Meio Ambiente e Sociedade;

E também pela Mestre em Ciências da Comunicação (2013) pelo Programa de Pós-Graduação Comunicação, Cultura e Amazônia (PPGCOM) da UFPA Suzana Cunha Lopes, que coordenou a sessão “Comunicação online e portais de notícias”.

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Foram vários dias de aprendizado, novas experiências e compartilhamento de ideias que culminou na alegria de termos um trabalhor vencedor nacional do EXPOCOM, o Cartaz da Muvuca na Cumbuca 2013 (Semana de Comunicação da UFPA),  dos estudantes de Publicidade e Propaganda Weverton Raiol (formado neste ano) e Newton Correa (2012). Você pode conferir o trabalho aqui.

O CACO – Centro Acadêmico de Comunicação Social – parabeniza todas e todos que representaram nossa instituição no Intercom Nacional e reitera que apóia e incentiva a produção e participação dos discentes e docentes em congressos, revistas e anais.

Segue abaixo a lista completa de trabalhos inscritos no XXXVII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação:

  • Expocom

Revista QG – Arthur Medeiros de Oliveira

Blog Os Apocalípticos: a experiência da formação de uma agência jr. de jornalismo – Alice Martins Morais

Olha a feira! – Luiz Gustavo Dias Ferreira

Trapiche urbano: as crianças da região amazônica – Jessé Andrade Santa Brígida

Ana e a TV – O indivíduo da indústria cultural – Gregory Ferreira Lago

O bagageiro – Gustavo Antonio Aguiar

Redesign de marca, Palácio Bolonha: a representação de uma memória – Leonidas Dias da Silva

Morena açaí – Maxleno Brito da Costa Junior

Cartaz da Muvuca na Cumbuca 2013 – Weverton Raiol Gomes de Souza

  • Intercom Júnior

A cobertura imagética da Primeira Guerra Mundial na imprensa de Belém – Thaís Christina Coelho Siqueira e Netília Silva dos Anjos Seixas

Considerações preliminares sobre o Jornalismo de Moda – Marília Jardim de Figueiredo

A primeira página de guerra: a cobertura do jornal Folha do Norte sobre a II Guerra Mundial – Jessé Andrade Santa Brígida

A Experiência Estética no Jornalismo Cultural Impresso: Uma Observação Sensível – Felipe Jailson Souza Oliveira Florêncio

Amazônia-Pará-Belém na Mídia Impressa do Século XIX: Construções Jornalísticas em O Paraense e Diário do Gram-Pará – Camille Nascimento da Silva e Netília Silva dos Anjos Seixas

O Mito do Mito: Nike – Rogerio Andreson de Almeida Silva e Bismarck de Oliveira Lima

As Possibilidades de Utilização do Google AdWords nos Planejamento de Mídia para Micro e Pequenas Empresas em Belém – Renan Luz Barreto

A mitologia por trás da marca Leite Moça  – Miller Kaio Ferreira Farias, Amanda Lima da Paixão e Jonas Lucas Nascimento Amador

Make-up Art Cosmetics: O mito dos backstages – Ana Laura Quaresma da Costa

Discursos, vozes e sentidos: uma análise do desfecho do sequestro do ônibus 174 no documentário de José Padilha – Cleonice Viana Nunes e Mayra do Nascimento Leal

A importância do filme “Pulp Fiction – Tempo de Violência” para a Contemporaneidade – Michelle dos santos Fernandes

The Bling Ring: uma visão pós-moderna sobre consumo, superexposição e identidade – Alice Martins Morais e Emanuele Corrêa Ferreira

A arte de Tim Burton: uma análise estética sobre cinema na era da reprodutibilidade técnica – Yasmin Nogueira da Silva, Giovany Dias Silva, Ana Clara Carriço de Lima Montenegro Duarte e Julia Maria Moutinho Marta

A estética do espaço: uma análise do filme “Gravidade” – Matheus Costa de Melo, Alice Martins Morais e Arthur Medeiros de Oliveira

O choque do homoerotismo na narrativa cinematográfica: reflexões sobre cultura e experiência estética – Emanuele Corrêa Ferreira, George Luiz Miranda da Silva, Jobson Murilo Barbosa Marinho, Sergio do Espirito Santo Ferreira Junior e Tarcizio Pereira Macedo

História e Herança da Rádio Nacional Para a Produção Midiática – Jobson Murilo Barbosa Marinho

LibMusic FM: uma análise sobre como o rádio paraense tem se preparado para aderir ao padrão de Radiodifusão Digital Brasileiro – Luana Tereza Coelho De Oliveira

A teledramaturgia da TV Globo na internet entre 2010 e 2014 – Luiz Gustavo Dias Ferreira

Dos Contos de Fada à Televisão: Apropriações e Associações Entre As Personagens Cida e Cinderela na Telenovela Cheias de Charme – Mariana de Almeida Ferreira

Dos rios ao cristal líquido: uma análise da skin Nami Iara em League of Legends – Tarcizio Pereira Macedo

Dilma Bolada: uma análise sobre a cultura participativa – Gregory Ferreira Lago e Geovany Dias Silva

A Influência do Jogo GTA no Cotidiano dos Jogadores – Bismarck de Oliveira Lima

Ciência e Comunicação na Amazônia: aprendizados durante a iniciação científica na UFPA – Suelen Miyuki Alves Guedes

A Identidade da Periferia: Análise do Consumo na Periferia de Belém – Layze Machado da Silva e Jessé Andrade Santa Brigida

A Arte da Moda: como um produto mercantil pode ser uma das principais expressões artísticas da sociedade contemporânea – Ana Clara Carriço de Lima Montenegro Duarte

Encontrando Chapéuzinho Vermelho e Branca de Neve: a representação das personagens femininas em Once Upon a Time – Amanda Torres Pinho

Manifestações dos 20 Centavos: a mobilização cidadã nas redes sociais – Geovany Dias Silva

Design vernacular: Traços urbanos da cultura amazônica – Natalia Cristina Rodrigues Pereira

Grafismos urbanos: contextos e discursos nos muros de Belém do Pará – Alesson Luis Rodrigues Lameira, Luana Tereza Coelho de Oliveira e Rogerio Andreson de Almeida Silva

A enunciação do discurso na campanha “Confie no Conar” – Amanda Lima da Paixão, Miller Kaio Ferreira Farias e Jonas Lucas Nascimento Amador

Simpsons versus Banksy. Arte e crítica invadem o desenho animado – Luciano Castro de Jesus

Signo videogame: a comunicação semiótica no jogo Heavy Rain – Nilson Santarém Nunes

  • GP

Jornalismo e literatura na gênese da imprensa paraense- Lívea Pereira Colares da Silva e Netília Silva dos Anjos Seixas

O discurso político e seus atravessamentos na cobertura da imprensa paraense de casos de violência sexual contra crianças e adolescentes – Avelina Oliveira de Castro

Sobre as fronteiras do jornalismo, ou quando Otto Groth encontra a Mídia NINJA – Guilherme Imbiriba Guerreiro Neto

O Indígena na Telenovela Brasileira: Discursos e Redes de Memória – Vívian de Nazareth Santos Carvalho

Fotografia, direitos humanos e resistência Guarani-Kaiowá no Facebook – Ana Shirley Penaforte Cardoso e Ivânia dos Santos Neves

Estudo de Recepção do Programa “Bibas” na perspectiva de consumo de um grupo de militares – Marcus Dickson Oliveira Correa e Regina Lúcias Alves de Lima

“To Cyber or Not to Cyber”: Como as Instituições de Produção Epistêmica se Apropriam do Ciberespaço na Amazônia Brasileira – Luiz Roberto Vieira de Jesus

As estratégias de comunicação da Agência Pública de Reportagem e Jornalismo Investigativo  para divulgar a série Amazônia Pública – Pedro Henryque Paes Loureiro de Bragança

O Discurso Ambiental e as Fontes Políticas: a Construção de Sentidos sobre as Mudanças Climáticas na Folha de São Paulo – Luciana Miranda Costa; Camila Pinheiro Cordeiro de Miranda e Layze Machado  Silva

A Teoria do Reconhecimento no Documentário Ônibus 174 – Monique Feio Igreja

A Voz do Lavrador, Lamparina, O Feixe e Ferramenta: A comunicação alternativa dos trabalhadores rurais na Amazônia – Célia Regina Trindade Chagas Amorim; Lanna Paula Ramos da Silva; Milene Costa de Sousa

Elementos do Materialismo Histórico para uma Análise das Relações entre Cidadania e Comunicação na Amazônia – James Leon Parra Monsalve

Convergência Midiática na TV aberta brasileira: o caso do programa SuperStar – Jane Aparecida Marques (USP); Fernanda Chocron Miranda (UFPA); José Augusto Bezerra Silva (USP); Maria Ataide Malcher (UFPA); Suzana Cunha Lopes (UFPA); Edenice Pereira da Silva (UFPA) e Marianne Kogut Eliasquevici (UFPA)

A cabanagem e o plebiscito no Pará: uma guerra que ecoa ao longo da história – Evelyn Cristina Ferreira de Aquino e Netília Silva dos Anjos Seixas